terça-feira, agosto 23, 2016

Emagreça de verdade

Leia o artigo

Bulletproof coffee – Uma receita inusitada!

Traduzindo para o português, esta é a receita do café à prova de bala, que tem esse nome por ser invencível. Os que a consomem no lugar do café da manhã tradicional  relatam melhoria nos níveis de ene...

https://haveacoffee.com.br/tag/bulletproof-coffee/

ÓLEO DE CANOLA - A grande fraude!

CACAU COM GENGIBRE .... MAIS PIMENTA....Thai'pirices da Cacau e Carinho Curativo: ÓLEO DE CANOLA - A grande fraude!: O termo correto é “óleo canola”, ao invés do comum “óleo de canola”. Pois indica o tipo de óleo (óleo tipo canola), ao invés de sua origem...

sábado, agosto 20, 2016

O grande perigo do leite,queijo e laticínios-Voce sabe o que está consumindo e como isso está afetando a sua saúde? | A Luz é Invencível

O grande perigo do leite,queijo e laticínios-Voce sabe o que está consumindo e como isso está afetando a sua saúde?

O perigo do leite … Evite o leite… pela sua saúde!

O QUE É O LEITE DE VACA?
O leite de vaca é um fluído insalubre, que contém uma gama ampla de substâncias inconvenientes. O seu consumo prolongado tem um efeito acumulativo prejudicial. Com 59 hormônios ativos, vários alérgenos, gordura e colesterol, a maior parte produzida mostra ainda quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos poderosos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. Pode conter resíduos de tudo o que a vaca come. Inclusive coisas como restos radiativos de testes nucleares. Uma pergunta que deve ser feita é: onde é que as vacas arranjam cálcio para terem ossos tão grandes? A resposta é simples: sim, das plantas! E as mesmas plantas fornecem-lhes ainda uma boa quantidade de magnésio, necessário para a absorção e o uso do cálcio.
O cálcio do leite de vaca é básicamente inútil. O leite tem conteúdo insuficiente de magnésio (11% do que seria necessário para a mesma quantidade de cálcio). Igualmente, para a boa absorção de cálcio é importante a presença da vitamina D, que nós, humanos, produzimos pela simples exposição à luz solar. As nações com mais alto nível de consumo de leite e laticínios também têm o maior nível de osteoporose, como atestado por um estudo desenvolvido por 78.000 enfermeiras num período de 12 anos.
continua no site ....

O grande perigo do leite,queijo e laticínios-Voce sabe o que está consumindo e como isso está afetando a sua saúde? | A Luz é Invencível




terça-feira, janeiro 13, 2015

Como as vogais "repercutem" em nós? Como afetam nossas emoções? E a cor Amarelo?

Adoro as Ciências.... hoje: Como as vogais afetam suas emoções e outros recursos terapêuticos

Quer ser mais positivo... mais alegre... melhorar o humor? Fale mais palavras com a letra "i" !
Achei muito legal esta pesquisa.... e creio q vale a pena tentar ....
Vou experimentar fazendo uma lista de palavras legais com a letra "i" e verificar com o passar do dia... enfim... adoro boas dicas e boas experiências! srsr



Como as vogais afetam suas emoções (leia este interessante artigo).

Os terapeutas (Holísticos de modo geral) sabem que algumas coisas ajudam a melhor o humor... por exemplo:

A cor amarela (a energia das cores ) na cromoterapia eleva pela parte visual e energética....
Na aromoterapia todo limoneico também... como o caso das laranjas e limões e a  tangerina.
Na fitoterapia a Valeriana combate a depressão....
Na nutrição, a banana promove alegria... (mas engorda... srsr)
Quer uma música para te alegrar agora? ALEGRIA Cirque de Soleil
Uma sugestão de música com sons celestiais? MUSICAL RAPTURE A Healing Gift for Humanity
Imagens de filhotinhos de animais e de bebes e crianças brincando,flores e lugares bem coloridos... também são bons estimulantes desse efeito de alegria....
Um bom filme de amor (alegre por favor... do tipo "água com açúcar" srrs)... uma comédia daquelas q te faz dobrar de rir...
Um livro infantil pode fazer milagres no seu coração.... revistinhas em quadrinhos do tipo infantil sempre são muito legais!!

Mas acima de tudo AME sempre... nada é mais eficaz do que o amor... o amor jenuíno... fraternal... a compaixão, que é o puro amor...

          ****** God bless to everyone around the world! ******

quinta-feira, janeiro 01, 2015

Dando adeus aos obstáculos

MEU presente para todos! 


"Feliz daquele que ensina/compartilha o que aprende"
O BEM e o BOM são para todos e não pode ser retido com poucos. Um dos benefícios que adquiri com exercícios desse tipo, foi o de ter sempre dúvida do que eu podia criar e fazer não ser aceito pelas pessoas... Graças à um exercício específico feito para resolver isso, não tenho mais... e a prova está aqui neste exercício que desenvolvi. Espero que seja útil para vcs também! Andreia Muenzer

domingo, dezembro 28, 2014

União de duas terapias consegue reabilitar pacientes que sofreram derrame

"Principal causa de morte no Brasil, o acidente vascular cerebral isquêmico, condição caracterizada pela falta de suprimento de sangue no cérebro, costuma deixar graves sequelas nos sobreviventes. Sem oxigenação suficiente, ocorre a destruição de importantes redes de células e, em consequência, surgem problemas como dificuldade para falar e compreender o que os outros dizem, sensação de anestesia no corpo, impossibilidade de gesticular, deficits visuais e paralisias motoras.

Aliando duas abordagens já existentes, pesquisadores belgas conseguiram resultados promissores na reabilitação de pacientes que sofreram derrame e ficaram com duas sequelas bastante comuns: a afasia e a hemiparesia. A primeira relaciona-se à área da linguagem e é marcada pela inabilidade de formar e entender palavras faladas. A segunda trata-se de uma fraqueza muscular muito forte, o que acaba atrapalhando a execução de movimentos. “O AVC é uma patologia devastadora, causa restrições nas atividades do dia a dia, como limitações motoras devido à fraqueza nos membros superiores, na maior parte dos pacientes”, diz o neurologista Patrice Laloux, da Universidade Católica de Louvain e um dos autores do estudo publicado na revista Brain.

Segundo Laloux, a neurorreabilitação busca melhorar a função motora residual e restaurar a independência das vítimas de derrames, mas o impacto dessa abordagem ainda é limitado. “Por isso, estratégias inovadoras para melhorar a recuperação dos pacientes têm sido desenvolvidas, e apostamos nelas para devolver a qualidade de vida a essas pessoas.” Com pesquisadores do Departamento de Neurologia da Universidade de Namur, Laloux testou a eficácia de duas abordagens que, em separado, já têm conseguido bons resultados na reabilitação dos pacientes.

Uma delas é a estimulação transcraniana por corrente contínua, um método não invasivo usado para impulsionar a atividade dos neurônios. Alguns estudos sobre a aplicação dessa técnica em pessoas que sofreram AVCs indicam bons resultados, ressalta Laloux. Outro tratamento utilizado há muito tempo e incorporado na pesquisa belga foi o reaprendizado motor. “Em outras palavras, significa aprender a reconfigurar toda a rede cerebral associada às tarefas motoras para melhorar o planejamento, a execução e o controle dos movimentos do membro afetado. Na reabilitação pós-derrame, o reaprendizado motor desempenha uma tarefa central”, explica Yves Vandermeeren, neurologista de Namur e coautor do estudo.

Os pesquisadores recrutaram 19 pacientes para testar se, juntas, as duas técnicas ofereceriam melhores resultados que quando aplicadas separadamente. Os voluntários participaram de um experimento duplo cego — quando nem o cientista nem o participante do estudo sabe quem está recebendo o tratamento real ou o placebo — no qual executaram os exercícios de reaprendizagem enquanto ocorria a estimulação craniana por corrente contínua. Na semana seguinte, voltaram ao laboratório para verificar se tinham retido o aprendizado, isso é, se ainda conseguiam fazer os movimentos. Ao mesmo tempo, eram escaneados por ressonância magnética, um exame não invasivo que mapeia a ativação das regiões cerebrais.

Cérebro ativado
Embora a performance dos movimentos não tenha diferido muito, os 10 voluntários que, de fato, fizeram sessões de reabilitação motora enquanto eram submetidos à estimulação elétrica demonstraram uma melhor fixação do aprendizado na semana seguinte, comparado aos nove que estavam no grupo de placebo. O exame de ressonância magnética foi o que mais surpreendeu os pesquisadores. “Em apenas uma semana, houve um resultado incrível, com as regiões cerebrais ativadas quase da mesma maneira que de uma pessoa que não sofreu um acidente vascular”, diz Vandermeeren.

David Wright, neurologista da Universidade de Manchester que estuda estratégias de reabilitação pós-derrame, observa que, depois de um AVC, partes do cérebro morrem e não se recuperam mais. “Para compensar, outras regiões podem alterar suas funções a fim de tomar controle do comportamento perdido — uma forma de plasticidade cerebral”, diz. Wright, que não participou desse estudo, acredita que estratégias combinadas podem beneficiar mais os pacientes trazendo impactos significativos para a melhoria da qualidade de vida dos sobreviventes de AVCs.

“Embora pacientes com afasia tendem a recuperar de forma considerável após o derrame, a maior parte das reabilitações demora até seis meses para ocorrer e são, de certa forma, incompletas. A grande parte dos pacientes continua a sofrer importantes deficits crônicos e, para eles, o tratamento convencional mostra-se menos efetivo”, avalia Wright. “Portanto, há uma necessidade cada vez maior de desenvolver novas intervenções.” Mesmo entusiasmado com os resultados, ele observa que novos estudos com uma quantidade mais expressiva de participantes precisam ser feitos para que se confirme os achados da equipe belga."

fonte: http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/12/18/noticia_saudeplena,151680/uniao-de-duas-terapias-consegue-reabilitar-pacientes-que-sofreram-derr.shtml
imagem: Google

terça-feira, outubro 14, 2014

quinta-feira, agosto 07, 2014

Música contra o câncer



12.6.11


Música contra o câncer e a A Música e seus efeitos terapêuticos

Música contra o câncer
Células tumorais expostas à "Quinta Sinfonia", de Beethoven, perderam tamanho ou morreram
Publicada em 29/03/2011 às 09h02m
Renato GrandelleRIO - Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da "Quinta Sinfonia" de Ludwig van Beethoven. O "pam-pam-pam-pam" que abre uma das mais famosas composições da História, descobriu-se agora, seria capaz de matar células tumorais - em testes de laboratório. Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à meia hora da obra. Um em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências.
A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.
- Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo - ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.
Clique aqui para ouvir a Quinta Sinfonia
Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade.
O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia. A composição "Atmosphères", do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a "Sonata para 2 pianos em ré maior", de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito.
- Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o "efeito Mozart", um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal - pondera a pesquisadora. - Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas.
"Atmosphères", diferentemente da "Quinta Sinfonia", é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito?
Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia, agora, procura esta resposta dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade.

Em abril, exposição a samba e funk
Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais.
- Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa - diz a pesquisadora.
Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.
A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido.
- Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento - revela Márcia.

fonte: http://orquestramaestrojuliodecastro.blogspot.com.br/2011/06/musica-contra-o-cancer-e-a-musica-e.html

segunda-feira, agosto 04, 2014


Projeto facilita aprendizado sobre exame neurológico

Publicado em Boa ideiaEnsino
03 de julho de 2014
Já está no ar, através do portal MinhaUFMG, o site do Projeto Exame Neurológico, desenvolvido por professores e alunos da Faculdade de Medicina da UFMG. Trata-se de uma plataforma de ensino virtual que oferece material de apoio para que o estudante de medicina possa aprofundar seus conhecimentos para realizar corretamente o exame neurológico.
A coordenadora do projeto e professora do Departamento de Clínica Médica (CLM), Sarah Teixeira Camargos, reforça que esta é uma ferramenta a mais para auxiliar os alunos da graduação. “Agora, o estudante tem a oportunidade de ver quadros neurológicos alterados em vídeo que ele não conseguiu ver em aula. Então, é uma forma de ajudar esse aluno a ter mais contato com o exame”, explica.
A ideia surgiu quando o Departamento de Clínica Médica foi contemplado com o Projeto de Incentivo à Qualidade do Ensino da Graduação (PIQEG). Foram oferecidas quatro bolsas para estudantes da graduação, que desenvolveram o site em oito meses. Atualmente, seis alunos trabalham voluntariamente no projeto, juntamente com a professora Sarah Camargos, e contam com a colaboração dos professores Paulo Caramelli e Francisco Cardoso, também do CLM.
Exame neurológico
O site é uma plataforma de vídeos curtos que não tem som, apenas imagem, e conta com as seções exame normal; exame alterado; correlações anatomoclínicas e material didático.  No “exame normal”, a atividade é feita com os próprios alunos, para lembrar como o exame é realizado. Já no “exame alterado”, os vídeos foram gravados com pacientes,  sem a identificação da face. Também existe a parte “correlações anatomoclínicas”, em que desenhos anatômicos, feitos por um estudante, mostram a correlação anatômica e clínica em vídeo do exame neurológico.  Há ainda o “material didático” disponível para download de guias de bolsos e livros.  Além disso, o site ainda tem seção de contatos, equipe do projeto e bibliografias indicadas.
O site do “Projeto Exame Neurológico” só pode ser visualizado por estudantes da universidade, através do login no MinhaUFMG. A intenção é que, futuramente, o acesso seja liberado para que outras pessoas tenham acesso.
Ainda de acordo com a professora Sarah Camargos, o site “é uma forma complementar de aprendizado e o nosso objetivo é que estudantes fiquem familiarizados com o exame e tenham mais interesse na área, além de manter um canal de comunicação para alunos, professores e comunidade acadêmica”, avalia.



http://www.medicina.ufmg.br/noticias/?p=40420


Emagreça de verdade

Leia o artigo Bulletproof coffee – Uma receita inusitada!   Redação     16 de fevereiro de 2016     Café ,  Preparo e Dicas Trad...