Efeito Placebo e os Florais de Bach

Efeito Placebo e os Florais de Bach - por Martha Follain.
Enviado por: "Martha Follain" mfollain@terra.com.br
Qua, 12 de Mar de 2008 6:55 pm

Efeito Placebo e os Florais de Bach – por Martha Follain.

“ A saúde é nossa herança, nosso direito. É a completa e total união entre alma, mente e corpo. Isto não é um ideal longínquo e difícil de alcançar mas, tão simples e natural que muitos de nós o negligenciamos.” – Dr. Edward
Bach, em 1930.


Placebo é uma “preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição de um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.” (Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa).

Placebo do latim “placebo”, significa “eu agradecerei”, é um tratamento ou uma substância (pode ser um fármaco sem princípio ativo) que apresenta efeitos terapêuticos devido a crença do paciente de que está sendo tratado.
O placebo pode ser usado como controle em uma experiência , ou dado a um paciente pelo seu possível ou provável efeito benéfico ou curativo .

Efeito placebo é o efeito produzido por um tratamento considerado “inócuo”.
A medicina tradicional, usa um teste chamado “contraplacebo”, para aprovar ou reprovar um tratamento : são escolhidos 2 grupos de voluntários – um dos grupos é tratado com o remédio ou terapia em teste. O outro recebe apenas placebo. Os testes “mais confiáveis”, além de serem contraplacebo, são duplo-cego, isto é, não só os voluntários não sabem qual é o remédio e qual
é o placebo – os médicos que fazem a experiência também não sabem, para diminuir qualquer influência externa. Só o remédio deve agir. Mas, e se o placebo não for totalmente inócuo? E se o placebo “curar” também? E, parece que, é isso que acontece:

Pesquisas de H. K. Beecher ( médico inglês ), avaliam que, aproximadamente, 30% dos pacientes melhorou devido ao efeito placebo. Herbert Benson (presidente do Mind/Body Institute – um centro de pesquisas americano que estuda as relações entre o corpo e a mente) afirma o mesmo, em seu livro “Medicina Espiritual”: “Não temos a menor dúvida de que o placebo funciona, em média, em 30% dos casos”.

Outros estudos calculam que este efeito seja ainda maior - o placebo pode ser eficaz em 50 a 60% dos pacientes, com determinadas condições, como por exemplo: dores, depressão, algumas indisposições cardíacas, úlceras gástricas e outras queixas estomacais.

Os placebos já chegaram até a causar efeitos colaterais desagradáveis como sonolência, dor de cabeça, náusea, nervosismo, insônia e prisão de ventre (há um termo para denominar os efeitos colaterais de placebos: nocebos) e, existem até relatos de pessoas que tornaram-se viciadas em placebos.

O efeito placebo põe em cheque a pretensão de objetividade proposta pela ciência tradicional. Se o próprio placebo “cura” em 30% dos casos, então toda teoria por trás dos testes duplo-cego/contraplacebo muda de perspectiva.

As terapias não convencionais (são chamadas de “alternativas” quando são baseadas em princípios, métodos ou conhecimentos não testados, não tradicionais ou não científicos) , dentre elas a Terapia Floral de Bach, são acusadas de possuírem efeito placebo. “Porém, não mais que qualquer outro tipo de medicina – os Florais de Bach são muito eficazes em animais e bebês, assim como na ajuda a pessoas céticas que os experimentam como último recurso. As plantas também se beneficiam com os Florais de Bach.” –( “O Trabalho do Dr. Edward Bach”– editado pelo Bach Centre ).

E, além do placebo “curar”, em 30% dos casos, um experimento, realizado na Universidade de Turim na Itália, em 2005, pelo médico e pesquisador italiano Fabrizio Benedetti, provou que o efeito placebo é uma reação bioquímica.

Os cientistas costumam realizar experiência em que, por vários dias, a dor é controlada com morfina. No último dia do teste, a morfina é trocada por uma substância salina (placebo) mas, o paciente continua sem dor. Benedetti adicionou a essa substância salina o “naloxone”, uma droga que bloqueia os efeitos da morfina. O resultado surpreendeu: o poder de aliviar a dor da solução salina foi cortado – a experiência italiana provou que se trata de uma reação bioquímica.

Os cientistas conhecem, há anos, o efeito placebo mas, ainda não tinham obtido nenhuma explicação.

Os pesquisadores ainda precisam identificar quando e onde o placebo age, tanto na medicina ortodoxa quanto na não convencional.

“Nós temos muito a aprender sobre o que acontece mas, uma coisa está clara: a mente pode afetar a química do corpo – disse Benedetti à revista “New Scientist”.

Derruba-se, então, a barreira, em relação ao efeito placebo, quanto ao tratamento através da medicina ortodoxa e a não convencional – precisa-se estudar mais, pesquisar mais , porém, nas 2 medicinas, a porcentagem de “curas” devido ao efeito placebo é de 30% e, este é uma reação bioquímica.

Janeiro/2007

Martha Follain – formação em Direito, Neurolingüística, Hipnose, Regressão.
Terapia Floral de Bach e Aromaterapia - animais e humanos.
CRT 21524.

Texto registrado na Biblioteca Nacional – Direitos Autorais.
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Texto recebido por e-mail do Grupo "A Simplicidade de Bach em suas Mãos"
Imagem: Google

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