quinta-feira, junho 26, 2008

Medicina Tradicional unida às Terapias Holísticas = Um ser Humano Feliz



Já repararam como é fácil demais darmos ouvidos às receitas de chás de nossas mães e avós? E porque? Porque confiamos nelas... e porque todo mundo sabeque plantas curam, quando utilizadas com sabedoria e seriedade ! ou no mínimo, aliviam muitos problemas de saúde.
E porque então não procuramos entender outros métodos de medicina alternativa que também são muito eficazes e sérias ? Porque não nos preocupamos em saber quem, porque e como elas foram desenvolvidas.

É sabido que, com toda a sua eficácia e importância, a alopatia trata dos fins e nunca dos "começos"! E muitos de nós também não estamos muito interessados em saber quem, como e nem porque remédios alopáticos foram desenvolvidos, apenas seguimos o fluxo do hábito ocidental que de modo geral, se basea no imediatismo das soluções de quaisquer problemas, sejam eles políticos, econômicos ou da saúde.

À menos que uma dor seja muito forte ou muito constante, basta comprarmos na farmácia um analgésico de nossa preferência e tomarmos. Pronto! A dor vai embora.

Mas quando esta dor torna-se muito incômoda e constante, partimos para os médicos, os exames e se, conseguirmos identificar a causa desta dor, passamos a tratá-la superficialmente, com 2, 3, 4 e as vezes mais remédios alopáticos mutas vezes caros.

Importantes? Claro, sem dúvida. Mas... o que será que causou a causa da dor... ou melhor... o que será que fizemos, pensamos ou falamos que gerou esta causa?

Não importa, dirá a maioria de nós!

Não estamos interessados em filosofias, queremos a solução para o nosso sofrimento físico ou mental ou emocional, no aqui e agora.

Nós ocidentais não estamos acostumados com reflexões, meditações sobre nós mesmos, sobre nossos atos, nossos pensamentos, nossos sentimentos... Para nós basta sermos o que somos e fim de papo. Esse negócio de refletir da muito trabalho e muitas vezes, ainda pior que isso, nos revela sombras de nossa personalidade que não estamos propriamente dispostos a encarar, a admitir e principalmente a corrigir.

Isso exige tempo, coragem, determinação e vontade de melhoramos enquanto pessoas. Exige principalmente humildade para admitirmos que não somos nem de perto perfeitos e provavelmente, a velha preguiça acabará falando mais alto e dirá: "Amanhã, quem sabe eu penso nisso!"

Mas por causa exatamente dessa nossa postura para com nosso próprio SER, é que adoecemos e não nos apercebemos disso.

Hoje, graças ao avanço da psicologia que diz que o ser humano é um complexo indiscutível de emoções, é que começamos, mesmo à passos muito lerdos ainda, a olhar de rabo de olho para o espelho, tentando espiar o que tem dentro de nós mesmo que está gritando socorro através das doenças inevitáveis que se apresentam, muitas vezes numa tentativa desesperada de nos chamar a atenção para o amor à nós mesmos que está meio esquecido por pura falta de vontade de cuidarmos desse ser tão importante para nós, que somos NÓS MESMOS (ou deveríamos ser!).

A Medicina tradicional nos ajuda imensamente nestes momentos dolorosos do corpo físico, embora nem sempre consiga dar conta dos prejuízos que nos causamos. Não existe mágica, não existe milagre. Existem fatos e quando estes são consolidados em forma de doença, não há o que se discutir - de forma direta ou indireta - consciente ou inconsciente - nos prejudicamos; nos ferimos e o que poderá ser feito por ela, será, mas ainda assim, só com a conscientização - e aí entram as terapias holísticas para nos auxiliarem nesse processo - de que é preciso uma mudança real e profunda no nosso ser interior, é que teremos chances de sermos mais saudáveis fisica e emocionalmente, evitando permanecermos num circulo vicioso de doenças lastimáveis, e passando assim, a não só nos melhorarmos enquanto seres merecedores de equilibrio e felicidade, quanto à colaborarmos benéficamente com o nosso próximo, partindo dos mais próximos, que seguirão um rumo diferente futuramente de posturas diante de si mesmos, do próximo, da natureza, do planeta e de Deus.

É preciso então pararmos para percebermos que o mundo está mudando; as maravilhas tecnológicas estão cada vez mais futurísticas e eficientes, a visão universal está despertando em todos os cantos do planeta e não é mais aceitável que permaneçamos estáticos diante de nós mesmos.

Existe um mundo novo de possibilidades de melhoramento na área da saúde, onde estas vieram para auxiliarem-se entre si num único propósito e, porque não dizer, no maior e melhor deles, que é cuidar, melhorar e curar o Ser Humano!

A Medicina Tradicional unida às Terapias Holísticas, que visam tratar o homem por inteiro na sua saúde física, mental e espiritual, devem proporcionar a harmonia necessária para que o Ser Humano seja cada vez mais feliz!


Andreia Sanches


segunda-feira, junho 23, 2008

Óleos essenciais são arma contra ansiedade


CLAUDIA SILVEIRA da Revista da Hora

O poder tranqüilizante dos óleos essenciais de laranja e de lavanda já é reconhecido e amplamente difundido pela aromaterapia. A prática se baseia na inalação ou na massagem com óleos vegetais para desfrutar os benefícios que as plantas podem trazer.
Desde que a utilização dessas duas substâncias se tornou popular entre os brasileiros, o hábito vem despertando o interesse da ciência, inclusive de pesquisadores da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Um grupo coordenado pela bióloga Rita Mattei Persoli testou em laboratório o poder desses óleos essenciais e conseguiu comprovar a ação sedativa e relaxante de ambos.
Isso significa que quem sofre com os sintomas da ansiedade, como sentimento de apreensão, palpitações e transpiração, ganha um aliado no combate a essa sensação, muitas vezes incontrolável. Remédios para tratar o mal já existem, mas, segundo a bióloga, eles produzem diversos efeitos colaterais, como boca seca, alteração de memória e diminuição da função psicomotora. "Assim, torna-se necessário estudar novas drogas que tenham ação tranqüilizante e menos efeitos colaterais", diz Rita.
De acordo com ela, já não há mais dúvidas quanto à existência de uma relação direta entre a emoção e o olfato. "Em nossos estudos, a resposta emocional foi observada imediatamente após a exposição ao aroma", diz. A pesquisa foi realizada em animais, "mas já há dados de efeitos positivos também no ser humano", diz a bióloga, que deve continuar o estudo em uma próxima fase, dessa vez em seres humanos.
O resultado da pesquisa é um bom começo para que, no futuro, o tratamento da ansiedade tenha menos efeitos colaterais, segundo o psiquiatra Mateus José Abdalla Diniz, supervisor de alunos do Programa de Doenças Afetivas e Ansiedade, da Unifesp. Mas o médico reconhece que há um longo caminho a ser percorrido.
"Para um medicamento começar a ser usado, ele passa por uma série de testes muito rígidos. Por isso, ainda vai levar muito tempo até que surja um remédio ou um tratamento à base desses óleos essenciais que tenha a sua eficácia comprovada." Segundo o psiquiatra, quem toma remédio ansiolítico não deve suspender o seu uso ou substituí-lo sem a orientação do médico.
Mas, para quem já usa ou pretende introduzir o uso desses óleos essências no dia-a-dia, o importante é não recorrer às essencias sintéticas criadas em laboratório, orienta a psicóloga e aromaterapeuta Sâmia Maluf. "Os óleos essenciais foram citados no Antigo Testamento e já eram usados para fins medicinais. A essência apenas trabalha a memória olfativa, ou seja, a pessoa pode até se lembrar de uma situação agradável ao inalar o produto artificial, mas não terá o efeito do produto extraído da natureza."


Tire proveito dos óleos essenciais


Laranja: calmante, sedativo, anti-séptico e antibióticoLavanda: anti-séptico, relaxante muscular, adstringente, calmante, cicatrizante


Dicas de uso para relaxar


Para dormir

Antes de deitar, pingue uma gota do óleo de laranja ou de lavanda em um chumaço de algodão e coloque-o entre a fronha e o travesseiro.


Durante o banho

Pingue de três a cinco gotas de óleo no chão do box e tome banho com água morna. O calor vai potencializar o aroma.


Escalda-pés

Coloque dois litros de água morna em uma bacia e pingue oito gotas de óleo de lavanda e oito de óleo de laranja. Acrescente algumas bolas de gude e massageie os pés.


Difusor elétrico ou a vela

Coloque água ou óleo no difusor e acrescente cinco gotas do óleo essencial. Não deixe o aparelho ligado na tomada sem algum líqüido.


Massagem

Misture duas gotas do óleo essencial em uma colher de chá de óleo vegetal e massageie alguma região do corpo, como as pernas.


Importante: por ser muito concentrado, o óleo essencial deve sempre ser usado em pequenas quantidades. Em caso de dúvida, use apenas uma ou duas gotas e verifique se elas são suficientes. O produto não deve ser usado em excesso.


Cuidado: não aplique o óleo essencial diretamente na pele para substituir o perfume. Tenha cuidado com os cítricos, como o de laranja, que é fotossensível e pode provocar queimaduras e manchas na pele se exposto ao sol.

Fonte: Sâmia Maluf, psicóloga e aromaterapeuta

Avaliação dos efeitos centrais dos florais de Bach

Pesquisa Científica
RESUMO
Os Remédios Florais de Bach (RFB), constituem um método alternativo de tratamento usado largamente na terapêutica de várias patologias em muitos países do mundo. Os RFB são reconhecidos como tratamento natural pela OMS desde 1956. Embora o mecanismo de ação dos RFB ainda não tenha sido elucidado, eles vêm sendo indicados para o tratamento de várias doenças neuropsiquiátricas. O objetivo do presente trabalho foi detectar possíveis efeitos centrais dos RFB em modelos farmacológicos utilizados na pesquisa de substâncias com efeitos ansiolíticos, hipnóticos, antidepressivos e neurolépticos. Para tanto, camundongos receberam um tratamento agudo via oral (0,45 mL) 1 hora antes dos testes. Os resultados mostraram que os florais Gorse e, em conjunto, White chestnut, Agrymony e Vervain exibiram perfis antidepressivo e hipnótico, respectivamente. No modelo de ansiedade foi detectado efeito ansiolítico do floral Agrymony. Entretanto, não foram observados efeitos neurolépticos do floral Clematis. Os resultados nos levam a sugerir que os efeitos centrais dos florais avaliados podem ser parcialmente detectados através de modelos farmacológicos utilizados na pesquisa de agentes psicotrópicos.
Unitermos: Remédios Florais de Bach (RFB), modelos farmacológicos, depressão, ansiedade, esquizofrenia, insônia.

Comportamentos indicativos do transtorno de déficit de atenção e

no sub-item 4.2. Outras abordagens terapêuticas

.......

Técnicas de relaxamento podem auxiliar crianças hiperativas de mais idade, tais como: Yoga, Tai-chi-chuan, Liangong, Meditação. O aprendizado dessas técnicas de relaxamento traz um maior controle sobre a agitação (característica do distúrbio).
Outro tratamento alternativo é com Florais de Bach não sendo reconhecido como
medicação pela Associação Médica, mas
é uma constante a informação pelos
pais de melhora significativa das crianças tratadas com eles.
Porém, é necessário buscar informação séria e vasta para sua utilização.

fonte: http://www.efdeportes.com/efd62/atencao.htm (UNIFIEO - Centro Universitário FIEO (Brasil) )

domingo, junho 22, 2008

Cavalos também respondem aos Florais



Sabemos que animais domésticos — gatos, cachorros etc. — respondem a um tratamento com os florais de Bach. A entrevista com uma terapeuta de equitação em Arlesheim, Alemanha, revela que as essências florais também podem ser aplicadas em cavalos.O que significa terapia de equitação?A terapia de equitação pode fazer parte da terapia global de deficientes físicos e mentais e pode ser valiosa na fisioterapia. Para pessoas com grave comprometimento das funções motoras, epilépticos, autistas e pessoas com deficiência mental leve a profunda, a equitação com cavalos, especialmente treinados, tem ajudado muito.Quais são as qualidades exigidas do animal para esse trabalho difícil?Em primeiro lugar, precisamos de um animal inteligente, que tem vontade de aprender e trabalha de maneira confiável. Isto só é possível com animais saudáveis. O pequeno grupo de animais com que trabalho — um árabe, dois conemaras e um islandês — passa a maior parte do tempo ao ar livre, em cavalariça aberta. Até o árabe tem saúde perfeita, graças ao trato natural — apesar da umidade, da chuva e do frio.E quando surge uma doença? Em primeiro lugar, são os ferimentos que prejudicam bastante a saúde dos animais, por exemplo, nas pernas e nos cascos. Há feridas de mordidas em conseqüência de lutas pela ordem hierárquica. As feridas são limpas, cobertas com pomada e, no pior dos casos, suturadas. Entretanto, há algum tempo utilizo os florais de Bach quando um animal se fere repetidas vezes e suponho que a causa seja emocional. Ou então, quando surgem os temidos eczemas, contra os quais existem medicamentos químicos, que, no entanto, muitas vezes não curam realmente.Como reagem suas colegas quando a senhora propõe uma terapia com essências de flores? Elas reagem de maneira bem humana, às vezes cética. Afinal, estou chegando com uma garrafinha que, aparentemente, contém apenas água. Mas elas também reagem com tolerância e posso realizar o tratamento. Assim como o próprio distúrbio, todas percebem o resultado. Foi através do tratamento de seres humanos que a senhora chegou aos experimentos com animais. Utiliza essências florais idênticas? Sim e não. Há distúrbios que evoluem de maneira parecida no homem e no animal. Nesses casos, utilizo as mesmas essências. Mas é preciso evitar uma humanização dos animais. Devemos observar tudo que sabemos de uma espécie animal. No caso de um cavalo, por exemplo, devo conhecer seu lugar no bando, as características próprias da raça e as qualidades de seu caráter. Poderia dar um exemplo? Sim, com prazer. O comportamento do líder do bando, Valur, mudou profundamente após a venda de seu amigo. Se antes parecia juvenil e combativo, apesar dos seus 27 anos, de repente, amoleceu e passou a participar de quase tudo passivamente. No decorrer do ano, consegui reativar suas forças vitais com essências florais. Hoje ele está bem novamente, e, apesar da idade avançada, continua sendo chefe do bando.Para detectar alterações do comportamento, precisamos de uma relação profunda com o animal. Manifestações físicas de um desequilíbrio interior certamente podem ser detectadas com maior facilidade? Um bom exemplo disto é o garanhão Mervin, que acabou de chegar. Após uma cirurgia da garganta, ele passou a não permitir o trato na barriga e nas pernas traseiras: ele reagia com pânico a qualquer toque. Além disso, surgiu um eczema na inserção da crina e no pescoço — apesar da profilaxia — até que, por fim, toda a região estava inflamada e escoriada. Nesse momento, recorri a uma mistura de florais e o tratei até que ficou apenas uma leve escamação.Como administra as gotas? Eu simplesmente as coloco no respectivo bebedouro no estábulo. Quando eles estão no pasto, acrescento as gotas à ração. Mas é preciso evitar que algum outro animal coloque o nariz nessa ração.O organismo de um cavalo é bem maior que o do homem. Isto representa algum problema? Se não tivesse feito as experiências pessoalmente, ainda hoje estaria me perguntando se um animal grande precisa de mais gotas ou não. Não é o caso. As essências fazem efeito, mesmo quando por algum motivo a administração não ocorre com a dose ideal. Porém, o uso deve ser contínuo.Existem outras áreas de aplicação dos florais de Bach em animais? Estamos experimentando um spray inseticida, utilizado contra as moscas-dos-estábulos. Afinal, os animais não podem ficar inquietos durante o trabalho. Antes, utilizávamos produtos que causam bastante irritação às mucosas, além de serem muito oleosos. Assim, era preciso esguichar os animais após o trabalho. Tudo isso é desnecessário usando spray inseticida: ele não irrita as mucosas, tem cheiro agradável, não deixa o pêlo empastado e evapora espontaneamente. E o efeito é óbvio: os bichos deixam os cavalos em paz por até duas horas. E este é o tempo que trabalhamos em conjunto com os pacientes e os animais.

Fonte: Vita Sana 1/97.

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