quarta-feira, julho 02, 2008

Medicina vibracional: nova medicina que incorpora conceitos da física quântica

por Alex Botsaris

Quem é cinéfilo ou freqüentador de locadoras de vídeo já ouviu falar de uma produção americana chamada “Quem Somos Nós”. Depois de ficar mais de seis meses em cartaz em salas de cinema alternativas, em cidades como Los Angeles, Nova Iorque, Rio e São Paulo, tornou-se a coqueluche das locadoras. Há uns seis meses atrás, os interessados precisavam esperar duas semanas ou, as vezes, três, na fila, para ver o filme.

Esse filme, uma mistura de documentário e ficção, é estrelado pela atriz premiada com Oscar, Marlee Matlin, e se propõe a discutir o que sabemos sobre a vida humana, numa perspectiva dos avanços mais recentes da física quântica e das neurociências.

Filme sobre física quântica "Quem Somos Nós" faz crítica ao materialismo predominante na medicina e é um manifesto de um movimento chamado de medicina vibracional, que incorpora os conceitos da física quântica à medicina O nome em inglês do filme “What the Bleep do We Know?” – seria melhor traduzido como: “Que M.... Sabemos?” (“the bleep” pode ser traduzido por um palavrão) – refere-se as evidências que ainda existem muitos fenômenos e dados não explicados na medicina para os médicos manterem uma posição tão cartesiana e arrogante frente a isso.

Tanto o nome quanto o conteúdo do filme são uma crítica ferrenha contra o materialismo que ainda predomina na medicina nos dias de hoje. Usando descobertas de física quântica, como a que mostra que uma partícula pode estar em dois lugares ao mesmo tempo, estudos sobre as propriedades da água, e ainda achados dos neurocientistas que sugerem que o cérebro é muito mais integrado ao corpo que se imaginava, o filme lança a idéia que a mente tem mais poder de comandar o corpo do que se pensava, e que muitos fenômenos considerados paranormais (como a cura com as mãos) podem ter explicação.

O sucesso feito pelo filme mostra que a sociedade anseia por um modelo de medicina menos conservador, mais flexível, e mais alinhado com outras áreas da ciência. Apesar de não ser esse o objetivo dos produtores do filme, ele é um manifesto de um movimento na medicina chamado de medicina vibracional. Esse movimento foi criado pelo médico norte-americano Richard Gerber, clínico geral na cidade de Livônia, em Michigan.

Gerber ficou mundialmente famoso ao propor a incorporação dos conceitos da física quântica na medicina, através de vários livros, ele estuda o assunto há 20 anos. O movimento da medicina vibracional ainda é pequeno mas já vem aumentando. Na base de dados Pubmed, do National Intitute of Health (NIH) nos Estados Unidos, apenas 68 trabalhos científicos mencionam esse conceito. Isso significa que ainda é necessário muito caminho para que essa idéia seja mais aceita no meio médico.

Medicina vibracional é um conceito e sugere que devemos estudar os fenômenos biológicos sob a ótica da física quântica. Entretanto, usando esse racional ele cita e indica várias medicina complementares, que acredita poderem atuar no nível ‘vibracional” e assim tratar os desequilíbrios antes que eles se tornem doenças instaladas, e ajudar a controlar problemas crônicos e de difícil solução. Entre elas as principais são: acupuntura, homeopatia, cromoterapia, os florais de Bach, a radiestesia e a medicina ayurveda.

Mesmo considerando o desafio de provar os conceitos da medicina vibracional, é fundamental que haja flexibilidade para aceitar esses novos paradigmas científicos e investiga-los extensivamente para validá-los ou rejeitá-los, com provas definitivas. O verdadeiro espírito científico é uma honesta busca da realidade, por mais improvável e impalpável que ela pareça ao primeiro olhar.

Atenção!
Esse texto e esta coluna não substituem uma consulta ou acompanhamento de um médico e não se caracterizam como sendo um atendimento

fonte: http://www1.uol.com.br/vyaestelar/medicina_fisica_quantica.htm

terça-feira, julho 01, 2008

Falando sobre "A Medicina Doente"


"Holistas como o psicólogo Giulio Vicini, membro da equipe que implanta, no Senac de São Paulo, um curso de graduação em medicina tradicional chinesa, e a especialista em alimentação e educação Hildegard Richter prevêem que a medicina do futuro será totalmente "vibracional", baseada nas energias sutis e nos processos psíquicos. Mas, a médio prazo, o que se espera é uma composição entre sistemas médicos divergentes. "A medicina acadêmica e a medicina alternativa não são antagônicas, mas complementares", lembra o homeopata paulistano Antonio César Ribeiro Deveza da Silva. O único receio de boa parte dos terapeutas holísticos é que a medicina oficial acabe assimilando as terapias alternativas, adaptando-as ao modelo biomédico e restringindo seu exercício aos médicos. "Isso desfiguraria por completo aspectos terapêuticos que são parte de um sistema coerente", afirma Eduardo Alexsander Amaral de Souza, terapeuta oriental e reichiano no Rio de Janeiro."

continua esta matéria muito abrangente e importante na postagem A MEDICINA DOENTE = http://espiritualidadevidapazeluz.blogspot.com/2008/03/medicina-doente.html

Hospital adota terapia alternativa para ajudar a tratar câncer


Meditação, ioga e acupuntura são algumas das práticas usadas no Albert Einstein; modelo é chamado de medicina integrativa
Técnicas já são adotadas em hospitais de referência em oncologia nos EUA e podem melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

O Hospital Israelita Albert Einstein incluiu práticas como meditação, ioga, acupuntura e reiki no tratamento do câncer.
O modelo, chamado de medicina integrativa, é semelhante aos adotados em instituições de referência internacional em oncologia, como o M.D. Anderson e o Memorial Sloan-Kettering Center, nos EUA.A inclusão dessas técnicas, até bem pouco tempo desacreditadas na área médica, tem sido motivada pela grande demanda de pacientes que procuram por tratamentos complementares quando têm um diagnóstico de câncer. Além disso, atualmente, há vários estudos controlados demonstrando a eficácia e a segurança delas.
No último congresso mundial de câncer, no início do mês, em Chicago (EUA), estudos demonstraram que a acupuntura, por exemplo, pode reduzir as náuseas da quimioterapia e aliviar a xerostomia (boca seca), provocada pela radioterapia na região da cabeça e pescoço.No Einstein, as práticas são oferecidas a pacientes que acabaram de receber o diagnóstico de câncer, que estão em tratamento ou que já terminaram.
O cirurgião Paulo de Tarso Lima, responsável pela área de medicina integrativa, diz que as técnicas são adotadas mediante evidências científicas de que funcionam e de que não prejudicarão a terapia convencional.
Lima estima que 70% dos pacientes não contam aos médicos que adotam práticas complementares (no passado chamadas de alternativas) ao tratamento convencional -seja por não serem questionados a respeito ou por temor de que os médicos desaprovem a técnica."Usar essas práticas sem a orientação de um profissional é um risco à saúde.
A fitoterapia, se utilizada de forma incorreta, pode interferir e prejudicar o tratamento do câncer", afirma.Quando bem indicadas, muitas das técnicas complementares são úteis para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e suas respostas aos tratamentos clínicos. "O objetivo é que eles ajudem, e não atrapalhem, a recuperação", diz Lima.
A ioga, por exemplo, ajuda a diminuir a ansiedade, o medo e os pensamentos negativos, explica o psiquiatra Rodrigo Yacubian Fernandes, que aplica os princípios da kundalini yoga entre os pacientes oncológicos. A prática também vem sendo usada como tratamento coadjuvante de distúrbios psiquiátricos e psicológicos.
A empresária Maria do Rosário, 50, luta há três anos contra o câncer. Já retirou parte do intestino, os dois ovários e, agora, faz quimioterapia a cada 15 dias para combater um tumor no pulmão. Por conta dos efeitos colaterais do tratamento, ela também sofre de uma neuropatia que a levou à perda da sensibilidade nas mãos e nos pés.Para manter o equilíbrio e controlar a ansiedade, ela faz reike, acupuntura e meditação.
O reike é uma técnica que usa a imposição de mãos para transmissão de energia vital, segundo os adeptos. "Essas práticas me relaxam, especialmente quando tenho que passar horas fazendo exames."Ela conta que ao descobrir o câncer "ficou de mal com Deus". "Entrei numa depressão incontrolável. Hoje, conto primeiro com Deus, porque tenho muita fé, e depois com todas essas pessoas, tratamentos e práticas que me ajudam a dar uma sobrevida melhor", diz Maria.
Além dos aspectos emocionais, a empresária notou melhoras físicas. "Antes, fazia quimio e era um dia no pronto-socorro e o outro também. Era uma loucura. Há quase um ano que eu não preciso mais ir ao pronto-socorro por conta dos efeitos do tratamento."

Claúdia Collucci Folha de S.Paulo
Imagem: Google

Meditação com Florais



Os florais de Bach podem auxiliar a meditação.
Eles transmutam uma série de estados mentais que formam obstáculos à boa prática meditativa. Todos enfrentamos dificuldades em desenvolver uma boa meditação, as quais são superadas naturalmente com disciplina, persistência e orientação. Mas podem ser superadas mais facilmente se utilizarmos florais orientados aos estados mentais que nos atrapalham. Por isso, dentro os 38 florais de Bach, selecionei os que parecem ter mais probabilidade de serem úteis a este fim.
Isto não quer dizer que outros florais não possam ser úteis também. Se achar que a dificuldade que você enfrenta para meditar atualmente não é tratada por nenhum dos florais de Bach mencionados neste artigo, recomendo que estude os outros e encontre aquele que parece certo para você.
A dificuldade mais clássica da prática meditativa é o intenso e incessante fluxo de pensamentos em nossa mente, que não nos permite desenvolver a concentração e a atenção. A própria prática disciplinada e persistente cessa este fluxo, ou ao menos o diminui. Se, porém, após um tempo já considerável de prática você ainda sente grande dificuldade em aquietar a mente, experimente tomar o floral White Chestnut. Ele clareará a sua mente, principalmente de pensamentos insistentes, contra os quais lutamos, sem sucesso.

Outras dificuldades comuns são a falta de disciplina e a pressa em se obter resultados rápidos. Porém, meditar exige perseverança aliada à ausência de anseio por resultados. Caso contrário, cria-se tensão mental. Se você é do tipo que medita durante alguns dias para então abandonar a prática, pois desanimou-se com a dificuldade, Gentian é o floral adequado. Ele ajuda a mantermos o ânimo de seguir adiante, a despeito das dificuldades e obstáculos enfrentados.
Já se você fica impaciente porque a meditação ainda não resultou no que esperava, Impatiens lhe fornecerá a calma necessária para esperar os resultados de médio e longo prazo.
Meditar é estar plenamente consciente do momento presente. É justamente o oposto do devaneio. No entanto, há pessoas que vivem no mundo dos sonhos e, ao praticarem a introspecção, deixam-se levar de pensamento em pensamento, ligando-se exageradamente a eles. Desta forma, ao invés de tornarem-se conscientes, como era o objetivo proposto, tornam-se mais inconscientes. O floral indicado a este quadro é o Clematis. Ele também é indicado a quem tem a tendência de adormecer durante a meditação, um dos motivos pelos quais as pessoas mais desistem de meditar.
Pode ser que o que lhe impede de estar consciente do momento presente não seja a tendência a entrar em devaneio, mas imagens e lembranças do passado que vêm à tona ao meditar. Se isto acontecer com freqüência excessiva, pode-se pensar em Honeysuckle. Este é o floral que cura o saudosismo e o apego ao passado, ajudando-nos a nos focarmos no presente.
Que prática adotar? Mantra Yoga ou Vipassana? Zazen ou Meditação Transcendental? Se duas opções de técnicas lhe atraem e você não consegue se decidir por uma delas, ora praticando uma, ora outra, nunca terá real progresso em nenhuma. Tome Scleranthus para ajudar-lhe a tomar uma decisão e focar-se nela.
Meditação não deve ser praticada mecanicamente. O hábito a incorpora a nós como se fosse uma segunda pele, de modo que a praticamos com grande naturalidade. Caso isso não esteja acontecendo com você e lhe pareça que não está conseguindo aprender a técnica escolhida corretamente, considere o Chestnut Bud. Este floral é usado para dificuldades de aprendizado e poderá ser importante para o seu progresso.
Algumas pessoas desejam meditar, mas têm medo pois a associam ao sobrenatural. Este medo não deveria existir, uma vez que meditação nada tem de sobrenatural. Ao contrário, é o estado natural da mente. Para este medo pode-se tomar Aspen. Já se o seu medo não for vago como este, mas concreto, como o medo de entrar em transe, outra coisa que não acontece ao se meditar, sugere-se Mimulus.
Como disse no parágrafo acima, meditação é o estado natural da mente. Ao mesmo tempo, o papel dos florais é fazer nossa personalidade seguir os desígnios de nossa Alma. Em outras palavras, restabelecer seu estado natural. De tal forma que a associação entre terapia floral e meditação é perfeita. Não à toa, o próprio Dr. Edward Bach recomendava que todas as pessoas reservassem um período do seu dia para meditar, conforme lemos em seu clássico “Cura-te a ti mesmo”. A seu exemplo, realmente recomendo ambas as práticas como complementares. Pois a meditação também torna a personalidade mais receptiva aos desígnios de nossa Alma, que nada mais é do que nosso ser real, a verdade por trás das aparências.
É possível que durante a meditação venha-lhe um floral à mente com a sensação de que é o correto para você. Se isto acontecer, não hesite em tomá-lo. É a sua personalidade que está ouvindo sua Alma. Os florais que mais me fizeram bem até hoje são justamente aqueles que “selecionei” desta maneira. Acima de tudo, tanto na meditação quanto na terapia floral, ouvir sua voz interior é o mais importante. À propósito, se você ouvir sua voz interior, mas não confiar nela, há outro floral que você pode tomar: Cerato.
Agora, quando e como tomar estes florais? Na terapia floral, costuma-se tomar quatro gotas de um composto floral, quatro vezes ao dia. Neste caso, como o uso deles é bastante específico, pode ser necessário tomá-los somente antes de meditar, com cerca de 15 minutos de antecedência.
Ao mesmo tempo, pode ser que sua dificuldade em meditar reflita dificuldades maiores em sua vida. Será que sua tendência em entrar em devaneio durante a meditação não reflete a tendência a devanear no trabalho, por exemplo? Avalie sua
vida honestamente e decida se não é melhor tomar os florais como tratamento continuado.
Você não precisa tomar os florais indefinidamente. Quando a dificuldade for superada, pode-se descontinuar o uso. Apenas recomendo que após notar melhoras, continue a tomá-los por uma semana ou duas, para “fixar” o tratamento.
Espero que este artigo seja útil a todos que se dedicam à meditação e que os florais de Bach contribuam a desenvolver uma excelente prática e restabelecer o estado natural de suas mentes.
----------

Imagem: Google

segunda-feira, junho 30, 2008

O que são os Remédios de Bach (Florais de Bach)


São um método simples e natural de curar através do uso de certas flores silvestres. Os remédios, que tratam das desordens da personalidade do paciente e não da condição física individual, foram descobertos pelo Dr. Bach por volta dos anos 30. Depois de praticar durante muitos anos uma medicina convencional e, também, numa linha homeopática, o Dr. bach foi levado a perceber que o que caracterizava as desordens físicas das pessoas não era tanto as muitas categorias de doenças, mas as condições psicológicas que as geravam.

Alguns anos depois ele estava apto a reconhecer essas condições psicológicas e descobriu um remédio para cada caso. Os remédios foram descobertos nas flores silvestres e nas árvores do campo - no poder de cura de que Deus dotou a natureza.

O homem sempre fez uso de ervas medicinais. Até bem recentemente, todos os preparados farmacêuticos se baseavam no uso de substâncias naturais. Contudo, os Remédios de Bach não usam o material físico da planta, mas a energia essencial que se encontra dentro da flor.

Essa energia curativa é extraída de modo particular e acondicionada num líquido conservante. A substância sutil assim extraída é usada para tratar a causa da doença num nível sutil.

Com isso queremos dizer que, enquanto a maioria dos remédios trata o mal físico com uma substância física, os Remédios de Bach tratam a causa psicológica ou invisível com uma energia também invisível.

No campo do que é chamado popularmente de "medicina alternativa", existem formas de cura que estão mais ou menos em sintonia com as descobertas do Dr. bach. E é importante frisas que nenhuma forma de cura tem o privilégio de ser a melhor e a mais eficiente; tudo se torna adequado por vias diferentes. Entretanto, é evidente que as descobertas do Dr. Bach representam uma abordagem revolucionária no campo da medicina e que pode ser sintetizada na seguinte frase, que ele costumava dizer: "Tratem o paciente e não a doença." Não importa qual seja a doença manifestada no corpo físico - pode ser asma ou pé de atleta - a causa primeira dessa condição poderá ser erradicada se pudermos precisar e contrabalançar o desequilíbrio que existe na psique do paciente.

Um exemplo irá demonstrar como funciona esse relacionamento na prática. Suponhamos que duaspessoas, sem nenhuma relação entre si, tenham passado pela experiência de um choque profundo. Uma delas poderá ter se envolvido num acidente automobilístico, porém sem se ferir fisicamente, estando bastante abalada. Nas semanas que se seguem ao acidente, poderá sofrer de constantes dores de cabeça e náusea. No segundo caso, suponhamos que a pessoa seja um banqueiro que tenha sofrido uma mudança repentina e severa na sua fortuna. Ao saber das notícias, ele tem um derrame que resulta numa paralisia parcial de seu braço direito. Os tratamentos que poderiam ser aplicados para essas duas condições físicas seriam nomalmente diferentes; porém, se tratarmos o estado psicológico de cada paciente tornar-se-ia evidente que ambos estariam sofrendo os efeitos de um choque, embora sejam diferentes as manifestações no corpo,

Seguindo orientação do Dr. Bach, começaríamos por prescrever STAR OF BETHLEHEM, remédio para todos os tipos de tristezas repentinas, desgostos e em caso de acidente. Quando o choque é neutralizado, o efeito se dissolverá e desaparecerá.

Da mesma maneira, uma pessoa que sofre de ciúmes ou medo, de autopiedade ou ressentimento, poderá manifestar fisicamente esse estado psicológico de várias formas. O ciúme poderá ser a causa básica de câncer ou pleurisia e a autocompaixão poderá causar enxaquecas ou dores nas costas. A doença física não é importante; o estado psicológico é que precisa ser tratado.

Alguém poderá argumentar que esta é uma maneira simplista de encarar a doença. Entretanto, citaremos o Dr. Bach quando disse: "É a simplicidade combinada com os efeitos todo-curadores das essências que torna tudo tão maravilhoso."

Num um capítulo posterior, poderemos analisar a questão de como os remédios funcionam; por ora, há uma outra pergunta a responder: "Os remédios funcionam?" E a resposta é bastante clara: "Funcionam."

Inevitavelmente, existem certas doenças que se situam além do campo de ação deste tipo de medicina e algumas condições que se adaptam melhor a outros tipos de tratamento; mas, como veremos mais adiante, os Remédios de Bach podem ser aplicados eficazmente em quase todas as circunstâncias.

Julian Barnard - 1979 - do livro: Um Guia para os Remédios Florais do Dr. Bach

------------
para maiores informações sobre o Dr. Edward Bach, sua formação, suas pesquisas e sua filosofia, visitem o link http://pt.wikipedia.org/wiki/Edward_Bach

----------

“ A saúde é nossa herança, nosso direito. É a completa e total união entre alma, mente e corpo. Isto não é um ideal longínquo e difícil de alcançarmas, tão simples e natural que muitos de nós o negligenciamos.”

Dr. Edward Bach, em 1930.


Emagreça de verdade

Leia o artigo Bulletproof coffee – Uma receita inusitada!   Redação     16 de fevereiro de 2016     Café ,  Preparo e Dicas Trad...