quarta-feira, julho 09, 2008

Escalda pés relaxa e restabelece o equilíbrio físico e emocional


publicado em 2 de julho de 2008 | Por Giuliana Reginatto e Adriana Bifulco- Agência Estado

No vaivém do dia-a-dia, 650 músculos e 208 ossos entram em ação para que possamos nos locomover. Isso mesmo! Caminhar movimenta uma poderosa e complexa engrenagem orgânica. É por isso que os pés merecem cuidados especiais.
Um dos procedimentos mais poderosos para tratar as extremidades inferiores é o popular escalda pés, aquela receitinha caseira nascida em um passado de poucos carros e longas distâncias para percorrer caminhando. “Colocar os pés em uma bacia com água quente com um pouco de sal e cânfora é um escalda pés que se pode fazer em casa, desde que a pessoa observe a temperatura da água, que deve estar entre 36ºC e 40ºC. É indicado sobretudo para as mulheres que passam muito tempo de salto alto porque ativa a circulação”, explica a terapeuta Mônada Xavier, especializada em Naturologia pela Anhembi Morumbi
Proprietária de um spa em São Paulo, Mônada conta que aplica o escalda pés até mesmo durante o serviço de pedicure tradicional. “Percebo que as pessoas vêm se interessando mais pelo bem-estar do que pela pura estética. O escalda pés relaxa e restabelece o equilíbrio físico e emocional, tratamos até depressão com ele. Para cada problema, adicionamos um tipo de óleo essencial. Uma boa dica é colocar bolinhas de gude na água para massagear os pés”, indica. Em casa, as bolinhas substituem a sessão de reflexologia (massagem em diversos pontos dos pés) aplicada na finalização do serviço de escalda pés oferecido pelos spas e clínicas.
Numa clínica de São Paulo, a técnica ganhou um toque oriental. Vem do outro hemisfério, aliás, a cultura de banhos de imersão terapêuticos, entre eles ofurô e escalda pés. “Temos o SPA dos Pés, no qual acrescentamos à água sais das termas do Japão. São essências importadas de lá”, diz a empresária Alice Keiko. “É importante que a água chegue até a canela e esteja quente. De 10 a 20 minutos é o suficiente. Ao esfriar, é preciso enxugar os pés e colocar meias”, completa.
Alice, que se especializou em medicina oriental na China, recomenda o escalda pés não só para quem caminha bastante mas também para pessoas sedentárias. “Quem passa muito tempo sentado, inclusive no trânsito, também precisa ativar a circulação. O escalda pés só é contra-indicado para grávidas, hipertensos e pessoas com câncer em metástase justamente por lidar com o fluxo sanguíneo”, alerta.

Para fazer em casa

Maciez sedutora - Mônada Xavier ensina uma receita para seduzir com os pés. “Na imersão de água quente e sal grosso coloque pétalas de rosa e mel. O mel tem função sedativa e clareadora, embelezando a pele. As rosas conferem grande maciez aos pés e perfumam o ambiente”, diz. A terapeuta enfatiza que o escalda pés tem relação direta com a aromaterapia. “Além do contato da água com os pés, a pessoa respira os aromas das essências, levando ao relaxamento”.
Livre dos calos - Alice Keiko tem uma dica para combater calos. “Na água quente com punhados de sal grosso, acrescente vinagre. Amolece os calos e alivia a dor”, diz. Ela lembra que a técnica também funciona como assepsia (limpeza) de pés infectados por micoses. “Indico fazer o escalda pés antes de aplicar a pomada indicada pelo médico. A região fica limpa e a circulação ativada favorece a ação do remédio.”

Inverno: período para cuidar da pele

Durante o verão não faltam campanhas para alertar as pessoas sobre os efeitos nocivos do sol. O mesmo não acontece no outono/inverno, quando também é intensa a ação dos raios ultravioleta e continua sendo indispensável o uso de protetor solar.
“Deve-se cuidar e proteger a pele durante o ano todo. É uma questão educacional, pois os efeitos do sol só aparecem 20, 30, 40 anos depois. É preciso educar as crianças e os jovens para o uso do protetor solar, chapéu, óculos escuros, camiseta e guarda-sol, além da importância de se evitar o sol após 10h e só após às 16h na praia e na piscina”, enfatiza Ricardo César Pinto Antunes, cancerologista e diretor do Instituto Paulista de Cancerologia e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia.
De acordo com Antunes, também é importante evitar fazer bronzeamento artificial. “Essa prática não é recomendada pelas sociedades brasileiras de Cancerologia e de Dermatologia”, avisa
Ao invés de tentar manter o bronzeado a qualquer custo nesta época do ano, o ideal é aproveitar a baixa temperatura para fazer tratamentos dermatológicos, segundo Luís Fernando Tovo, dermatologista do Hospital Sírio Libanês, da Clínica Tovo, mestre e doutor em dermatologia pela Universidade de São Paulo (USP).
“Esse período é ideal para realizar tratamentos mais agressivos, já que o sol está mais fraco. Sua incidência é diagonal e não em 90º como no verão”, diz.
Entre as terapias recomendadas pelo especialista estão a retirada de rugas, pintas, manchas, vazinhos, tratar flacidez e refazer colágeno, além de eliminar pêlos com laser.
“Trata-se de técnicas minimamente invasivas e que não alteram a rotina das pessoas. Elas não precisam se ausentar do trabalho para se tratar. Há procedimentos que podem ser realizados até durante a hora de almoço do paciente. Atualmente as pessoas estão mais longevas e a pele tem que acompanhar a longevidade”, enfatiza Tovo.

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De fato muito relaxante e saudável e que tem ainda como alternativa muito eficaz, o uso dos Óleos essenciais na água pura, como a lavanda (8gts na bacia), que é totalmente sem contra-indicações e altamente relaxante, podendo ser usada no escalda-pés à noite proporcionando um relaxamento delicioso para uma noite de sono tranquilo.

Andreia

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fonte: http://www.atribunamt.com.br/?p=19228#comment-6006
Imagem: Google

Tratando a criança com a terapia holística

publicado em 8 de julho de 2008 | Da Redação

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Terapeuta holístico Antônio Frange: “Nós somos seres espirituais: nós viemos de Deus e vamos voltar a Deus” - Dnei Matos/A TRIBUNA

O Centro de Desenvolvimento Humano (Crescer) atua com o propósito de promover o desenvolvimento saudável da criança desde a gestação até os 12 anos de idade. Em uma proposta inovadora, a psicóloga e estimuladora de bebês Thaiana Maggi Locks, coordenadora geral e fundadora da Crescer, reuniu em um mesmo espaço atividades como ballet para crianças, shantala para bebês, teatro infantil, acupuntura, inteligências múltiplas, massoterapia, yoga para gestantes, grupos de estudos, oficina de inglês, psicomotricidade relacional, contação de história, entre várias outras. Na edição de hoje, saiba mais sobre a terapia holística:

Uma criança, sob a visão holística, é uma alma que entra em um corpo que saiu do útero. Torna-se um ser vivente com alma. É uma pessoa, um ser humano que vai ser formado ainda. O entendimento é do terapeuta holístico Antônio Frange, que também atua na Clínica Crescer. “A criança vai sendo moldada aos poucos, formando o corpo. E, a medida que o corpo vai se desenvolvendo, vai formando uma consciência. A alma é um ser espiritual, sendo assim, a criança torna-se um ser espiritual. Até os três anos de idade, ela está vivendo no mundo de onde ela veio, o mundo espiritual. Ela vai ter que adaptar ao mundo físico aqui na terra e precisa de ajuda”, explica.
Antônio Frange observa que uma criança, por exemplo, quando está rindo, diz-se que ela está sonhando. Na verdade, ele diz que a criança não sonha, pois ainda não tem os corpos energéticos formados. Só tem corpo etéreo, do mundo de onde ela veio. “Quando a criança está brincando sozinha e falando com amiguinhos e, muitas vezes, dizendo até nomes para esses amiguinhos, os pais e educadores dizem que ela está em um mundo imaginário, mas, na verdade, está no mundo real de onde ela veio. E não é imaginário. Nesta fase não devemos reprimir ou ignorar esta criança e, sim, estimulá-la, compreendê-la, para que possa continuar sempre no mundo espiritual. Então, ela será sempre saudável, estudiosa, agradável e com maior desenvolvimento nas fases seguintes. Mas, a pessoa vive hoje mais no mundo da matéria, no corre-corre do dia-a-dia, querendo sempre mais”, observa.
O adulto, conforme Frange, tem de focar a parte material, sem esquecer a parte espiritual. Não se pode repreender o mundo do criança. Com as crianças, quando se diz não, é preciso explicar o porquê, a razão. “A criança como ser espiritual ainda não tem noção de perigo”, alerta. É preciso estudar, inclusive, para poder ajudar essas crianças a serem verdadeiros homens do amanhã. “Nós somos seres espirituais: nós viemos de Deus e vamos voltar a Deus. Nós viemos de uma involução até chegar à Terra. Então, toda alma é um ser divino. Nós somos seres espirituais, nos adaptando ao mundo da matéria. Por isso foi feito um corpo para abrigar esse ser espiritual. Estamos aqui para reaprender, reevoluir e reintegrar à divindade”, diz ele. A doença, segundo o terapeuta, é um desequilíbrio orgânico da pessoa: do ser alma com o universo e com as coisas da terra.
Com a terapia holística, Frange faz uso da bioenergia, a cura pelas mãos. Trabalha com a energia espiritual, tirando todas as energias ruins da criança. Pode estimular a formação do corpo físico, do corpo etéreo e astral. A bioenergia é feita com a imposição das mãos. Na imposição das mãos, também utiliza orações. “Às vezes, a criança sente febre, mas não tem nada. É uma febre causada por emoção. A criança quer estar no mundo dela, mas é repreendida. A energia ajuda a tirar todas as desarmonias da criança e deixá-la mais calma”, explica, informando que também atende adultos nos mais diferentes problemas, através de tratamentos alternativos. Algumas das causas mais comuns de queixas entre adultos são depressão, ansiedade, entre outras.
O terapeuta informa ainda que algo muito comum hoje são as crianças índigo, azul ou lilás. “São crianças de áurea cor lilás, índigo. São de muitos benefícios, pois podem ajudar a humanidade na transição da era de peixes para era de aquário. Vai haver uma transformação para melhor na humanidade. Essas crianças, às vezes, não são entendidas por seus pais e educadores, mas elas já estão na Terra. São crianças inquietas, não concordam com tudo, não gostam de estar em contato com outras, a não ser aquelas que elas mais se identificam, ou seja índigos. São superdotadas, mas há a necessidade de serem compreendidas e estudadas melhor”, garante.
Para isso, as escolas, o sistema de ensino, têm que oferecer para as crianças e adolescentes, conforme o terapeuta, o que eles querem aprender e não o que a escola oferece. “Isso deve mudar para adaptar ao desenvolvimento deles”, entende.

A clínica Crescer fica na Rua Rio Branco, esquina com Avenida Bandeirantes, 957, Edifício Emili, 2º andar, Centro, em Rondonópolis. O telefone é o (66) 3423-6351. Marque já o seu horário

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fonte: http://www.atribunamt.com.br/?p=19493#comment-6004


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