quarta-feira, janeiro 02, 2013

2013 O Ano da Sabedoria Regido pelo Velho e pela Serpente


2013
O Ano da Sabedoria
Regido pelo Velho e pela Serpente
 




Por Fabian Laszlo
O ano de 2013 é um ano de escolhas que determinarão o nosso futuro. De passos que devem ser dados com maturidade, lentamente (quase rastejando como uma serpente), mas sem medo. Tentar simplesmente se assegurar no que já existe não vai funcionar. É preciso encarar a necessidade de mudanças internas e emocionais. É o ano do “nós”(até por ser um ano 6 na numerologia), do que compartilhamos profundamente com as pessoas, sejam sentimentos, talentos, recursos, energia.
Todas as atitudes a serem tomadas exigirão reflexão, o principal aprendizado deste ano. Se deverá agir sempre refletindo antes com a sabedoria interior.
Este é o ano regido por saturno (Cronos), o velho, mestre do tempo, da experiência e da maturidade, e que vem pedindo de nós a consciência de que toda ação gera uma reação. Sua regência iniciará em março, já com sua entrada em escorpião.
Ele estará em Escorpião, exigindo de nós responsabilidade nas ações, forçando-nos a enxergar nosso lado “sombra”, trazendo à tona nossos aspectos reprimidos e inconscientes que deverão ser revistos sob a luz da consciência.
De forma muito interessante, no horóscopo chinês este ano será regido pela Serpente (início no dia 10 de fevereiro de 2013 e término no dia 30 de janeiro de 2014).
A Serpente é considerada enigmática e, sob sua influência o novo ano será propício para buscar o equilíbrio entre a razão e a emoção, além de ser uma fase favorável para cultivar a reflexão e a observação cuidadosa, algo que Saturno também traz.
Será preciso ter metas definidas e agir com praticidade, mas de maneira planejada. Se as pessoas mantiverem o foco em seus objetivos e traçarem estratégias de ação, será mais fácil lidar com os imprevistos e surpresas de última hora que poderão surgir nesta fase.
Aqueles que souberem usar a sabedoria da Serpente poderão desenvolver um lado intuitivo e ficar mais confiantes. O novo ano também trará a possibilidade de alcançar o reconhecimento dos esforços, além de favorecer a pesquisa científica, o comércio, as finanças e as atividades relacionadas a arte, beleza, pensamento filosófico, religião e assuntos místicos.

 
Morte e Renascimento em 2013
Em 2013, Saturno nos traz uma mensagem de morte, não física, mas do ego. Será um ano que exigirá que se morra para o velho “eu” e se renasça para uma nova vida. Estar “morto em vida” pode ser o disparador que leva à necessidade das mudanças para algo melhor, a força para reflexão e tomada de atitudes, como uma “serpente”, antes de dar o bote.
Este é o ano da luta entre o velho e o novo. E, obviamente, quanto mais houver resistência às transformações necessárias, mais doloroso tende a ser o processo, em termos individuais e coletivos.
2013 é ano de “ressuscitar” e de trabalhar para que esse renascimento seja feito com maturidade e responsabilidade. O que precisa morrer? E o que quer ardentemente (re)nascer dentro de nós? É a pergunta do ano.
Ansiaremos por vínculos emocionais profundos, que podem ter o efeito de nos transformar e curar. Nada menos do que um “tudo ou nada” emocional. Relações e sentimentos superficiais não tem chance neste ano que pede profundidade. Isso mostra um processo de limpeza, de cura e desapego emocional, para o surgimento de relações mais estáveis e harmônicas de amor entre as pessoas.
O que estamos carregando como bagagem extra, que pode ter representado em outro momento uma fonte de segurança, mas que agora é peso que não devemos mais levar? Se o foco antes estava em manter, assegurar, agora está em renovar, reciclar. São os “nossos valores” em pauta e não os “meus valores”.
Momentos astrológicos do ano

       Junho e julho
 serão meses importantes no contexto astrológico de 2013, pois teremos os trígonos entre Júpiter e Netuno e Saturno e Netuno, sinalizando que podemos construir algo profundo, que tenha como base nossos anseios mais elevados. Construir com fé, com alma, com coração. Sermos tocados intuitivamente, com visão interior e sabedoria.
Maio e outubro marcam novamente o ponto exato da quadratura entre Urano e Plutão, que tem nos acompanhado nos últimos anos e que ainda se estenderá ao longo dos próximos. É símbolo de um intenso processo de transformação coletiva, de uma nova ordem mundial, da derrocada de um velho mundo, para se crie uma nova realidade.
Urano em Áries mostra a força rompedora e iniciadora do que em nós é inédito, único, autêntico. Nossa marca individual, singular. Um novo começo em nossa vida.
Plutão em Capricórnio, a morte do que está estagnado, das estruturas de poder, econômicas, políticas. Os “podres poderes”, que precisam morrer.
Netuno se movimentando em Peixes, sinaliza que estamos todos conectados emocionalmente e espiritualmente. Ele traz uma energia de consciência espiritual para as mudanças atuais como a busca pela arte, movimentos e trabalhos coletivos em prol do conjunto dos seres humanos, animais, plantas e pelo Planeta. Netuno em Peixes pede que nos entreguemos ao que nos é sagrado e que não nos percamos nas brumas ilusórias, nas miragens escapistas, mas um elemento este que simboliza a morte do “imperfeito” e o renascimento para o novo.
O planeta Júpiter, até o final de junho, transitará o signo de Gêmeos, indicando que o crescimento é mental, de conhecimentos, contatos, com ênfase na mobilidade e na flexibilidade. Pode acentuar uma tendência à dispersão, ou à indecisão entre caminhos distintos. Mas essa indecisão tende a se atenuar, com a entrada no final de junho, de Júpiter no signo de Câncer. Então, ficará claro que o crescimento é o que está conectado com o coração, com o que propicia nutrição emocional. Questões familiares, privadas e emocionais passarão ao primeiro plano, principalmente por 2013 ser um ano 6 na numerologia, associado ao amor, ao conjunto, à família e o cuidado do próximo.
Simbolismo Bíblico para 2013

        O livro dos Números conta que após Moisés ter liberto os judeus do Egito e atravessado o mar vermelho, o povo teve que fazer a volta porque os edomitas, descendentes de Esaú, não quiseram deixar os israelitas passarem pelo seu país. Por causa disso, os judeus ficaram injuriados contra Deus e Moisés derramando sobre eles toda sua revolta e formas de agressão. Assim, cansado daquilo, Deus mandou entre eles cobras venenosas para castigarem aqueles que haviam criado discórdia.
Depois de morrerem muitos, o povo se arrependeu e pediu perdão a Moisés solicitando que ele orasse pelo povo junto a Deus. Então Deus disse a Moisés:
"Faze para ti uma serpente ardente e mete-a sobre um poste. Todo aquele que for mordido, olhando para ela, será salvo"(Nm 21, 8). Moisés mandou, pois, fundir uma serpente de bronze e fixá-la numa aste. E, diz o Livro dos Números, "se alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, conservava a vida" (Nm 21, 9).
Esta narrativa mostra que o caminho da iluminação, a morte do “ego”, dos “maus sentimentos” e “pensamentos imperfeitos” a começarem em 2013, está na “Serpente de fogo”.
Sobrevém-nos aí a pergunta: E quem seria a “Serpente de fogo”?
A “Serpente de fogo” nada mais é do que “Kundalini”, o “fogo de Cristo” ou “Espírito Santo”. Na literatura Hindu, Kundalini é a mãe divina (Devi Kundalini Shakti), aquela que dá a vida, como Maria, que deu à luz ao Cristo.
Kundalini é representada por duas serpentes que se enroscam ao longo da coluna vertebral subindo até a cabeça. Ao longo deste trajeto, os chakras (centros de força) que tem relação com aspectos da nossa personalidade, se distribuem ao longo da coluna vertebral, sendo ativados e despertados com a passagem desta energia. A imagem de Kundalini na verdade tem estreita relação com a estrutura do DNA, coisa que poucos sabem, já que cada hélice do DNA corresponde a uma das serpentes e está em todas as células do nosso corpo.
Assim, despertar kundalini é um processo de despertar genético!
Em nosso DNA temos 64 códons, mas nos seres humanos normais apenas 20 desses códons estão ativos. Um gene (composto por DNA) é formado por códons (uma trinca de bases do DNA e RNA). Além de códons inativos, existem também genes inteiros inativos. Tais genes, chamados também de “pseudogenes”, são vestígios de genes que perderam sua função devido a mutações em sua sequência de bases, mas que continuam presentes no material genético. Não se sabe ao certo para que eles servem, mas estão lá como uma herança evolutiva que nós esquecemos e deixamos de lado.
Os códons inativos que guardam “segredos de nossa iluminação”, só podem ser ativados por sentimentos e formas de compreensão da realidade espiritualmente elevados. Para se despertar isso, é preciso destruir as trevas, remover os véus de Isis, vendo as imperfeições pessoais, buscando dissipar a escuridão para alcançar a luz. Deve-se cultivar bons sentimentos e pensamentos através da reflexão, sabedoria e atitude positiva. Ao se ativar tais códons, a mãe divina Kundalini desperta no ser e maravilhas acontecem no iniciado da luz, Kundalini dá à luz à presença Crística no Ser.
Por 2013 ser um ano de reflexão, esforço, sabedoria, morte e mudança, ele reflete profundamente toda a oportunidade de crescimento espiritual e material nosso na vida, uma oportunidade de melhoria que depende só de nós.

As árvores aromáticas de 2013

      A madeira na natureza simboliza a energia “criativa kundalínica” vegetal que se ergue da terra em direção ao topo da “aste de Moisés” (a aste simboliza nada mais do que nossa coluna vertebral).
Os aromas amadeirados não são nem cheiros de terra, nem cheiros de folhas ou frutos. São um símbolo espiritual desta busca pela luz do Cristo Cósmico (O SOL), que irradia-se intensamente sobre o topo das árvores no alto da floresta.
As veias das árvores são o lugar por onde corre em direção ao céu seu sangue resinoso, a sua força vital que lhes permite florescer e frutificar-se. É por este motivo que os aromas amadeirados e resinosos, que trazem o cheiro do “sangue vegetal”, como o sândalo, o olíbano, o breu, a mirra e o cedro sempre foram utilizados em templos com finalidades espirituais. Estas árvores representam a busca Apolônica ou Heliotrópica pela luz.
A caminhada espiritual do ser humano e da Kundalini envolve ir de um extremo ao outro, das trevas à luz, como dos judeus no deserto sendo picados pela “serpente” e curados também pela “serpente”. É uma representação do ser humano buscando a luz, tropeçando em erros e crescendo através deles, da reflexão e sabedoria.
Assim, em 2013, os aromas amadeirados e resinosos serão nossos melhores companheiros por todo o ano, por nos trazerem toda a energia e força vital de aprendizado, busca espiritual e reflexão introjetado por estas árvores em suas almas.
 
Olíbano e Breu
Boswellia sp. & Protium heptaphyllum

      O olíbano é um sobrevivente de uma era muito forte de mudanças que a Terra passou. Ele sobreviviu a um cataclisma glacial onde todos os fracos preceram, mas ele se manteve fiel á sua força interior, sua missão de manter-se vivo cumprindo a missão lhe designada pelo criador.
      Assim é como se pode descrever esta poderosa árvore, que sobrevive onde ninguém mais conseguiria.
      Ao ter sua madeira ferida, ela exsuda uma resina aromática, rica em monoterpenos que agem estimulando o sistema imunológico da árvore a liberar fitoalexinas (antibióticos vegetais) e compostos cicatrizantes. Efeito similar o óleo essencial do olíbano faz em nós, aumentando a imunidade do nosso corpo, aumentando a atividade macrofágica e a proliferação linfocitária dos Natural Killers.
      O olíbano nos ensina a nos defender, não só fisicamente, mas espiritualmente. Ele nos devolve a capacidade de resistir á vida, a entender que as dificuldades são meios através dos quais o Criador nos permite crescer e alcançar nossa iluminação e, por isso, foi um dos presentes ofertados a Jesus por um dos reis magos, para ele ter força diante das provações.
      No Brasil temos nosso próprio olíbano, o Breu, que nasce na Amazônia e extende-se desde a Chapada diamantina e dos veadeiros, até o cerrado mineiro e matas matogrossenses. Emprego pelos índios há milênios, é um substituto do olíbano que possuii a mesma força de resistência pela vida, sobrevivendo em lugares sem água e de intenso calor por toda sua vida.

Mirra
Commiphora mirrha
 
      A mitologia grega conta que uma princesa chamada Esmirna (Mirra) foi amaldiçoada pela deusa Afrodite por sua mãe dizer que ela era mais linda que a própria Afrodite. Assim, sua maldição era se apaixonar pelo seu próprio pai. Após conseguir que o pai deitasse com ela de olhos vendados achando ser uma outra mulher, este ao remover as vendas vê a própria filha sobre si e a persegue querendo matá-la. Com pena, Afrodite salva Esmirna (Mirra) metamorfoseando-a numa árvore. Contudo Esmirna (Mirra) já estava grávida do filho do incesto, e dá à luz já sendo uma árvore. Sem poder cuidar do próprio filho, desolada e afastada da família em meio ao deserto, Mirra chora lágrimas amargas que resinam sob seu caule, e que cicatrizam suas feridas.
Sua resina passou assim a ser queimada em igrejas de várias religiões como um símbolo espiritual para suportar as dificuldades, o “amargor” da vida. Foi ofertada a Jesus por um dos reis magos para lhe ajudar a suportar as dificuldades que iria passar.
A Mirra, além de ser um poderoso cicatrizante físico, para cortes, gengivite, feridas em geral, também cicatriza as feridas da alma, as mágoas e o rancor, elevando a consciência. Como acontece com o olíbano, a força interior que esta árvore possui é o que lhe permite sobreviver aos desertos mais inóspitos e quentes, onde nada mais nasce.
Mirra doce (opoponax)
Commiphora erythrea
 
      O opoponax é uma árvore do deserto que sangra liberando uma resina quente, aquecedora e que diferente da mirra verdadeira, é levemente adocicada, daí receber o nome de mirra doce.
      É um óleo para trazer á tona as forças internas perdidas, para aquecer o coração, cortar a “moleza”, o desânimo e a falta de força que impede de tomar ações de mudança. Um óleo de transformação, comumente empregado como fixador de perfumes e como nota exótica em perfumes caros e badalados.
      Na falta do opoponax, utilizamos como substituto o óleo de cisto (ládano), que se extraído por destilação molecular, possui também um aroma quente e revitalizante.
      Cisto e opoponax são dois óleos arquétipos da fênix, para quando se precisa renascer das cinzas e ter uma nova vida, morrendo par a antiga.

Imbuia
Phoebe porosa

      Árvore brasileira muito empregada para fabricação de móveis rústicos, a imbuia possui um óleo únic o em sua madeira. De aroma fechado, como se fosse uma mistura de patchouli com tabaco, valeriana e canabis, possui curiosamente em seu óleo essencial valerianol, composto sedativo encontrado tipicamente na valeriana. É um óleo de ação tonificante, aterrador, devolve a auto-confiança, a força masculilna perdida na vida para tomar iniciativas e buscar o que almeja, mas com calma interior.
“Busque, mas sem ansiedade”, é o que diz a árvore da imbuia.
Um óleo ecológico e precioso, que é obtido da serragem de serralherias no sul do Brasil, pelo fato da árvore ser protegida pelo IBAMA.

Pau santo dos Incas
Bursera graveolens

      É utilizado no Peru e Equador desde o reinado Inca em cerimônias religiosas, xamânicas e católicas.       Possui uma docilidade única em seu aroma, agregando propriedades calmantes ao m esmo tempo imunoestimulantes. Auxilia muito a entrar em meditação, por ser uma burserácea de aroma doce, que seda o sistema nervoso, diferente do olíbano e da mirra que são amargos, ao mesmo tempo que oxigena o cérebro estimulando a pineal e a hipófise a liberar hormônios que promovem a elevação da consciência.

Cedro vermelho
Thuja plicata

      Este é um óleo muito especial, obtido da madeira de uma espécie de Tuia maçã. É o único cedro d o mundo que possui ésteres em seu óleo, neste caso o tuiato de metila.
      O óleo de cor vermelha, como a madeira, aquece o coração, devolve a motivação, eliminando o medo, equilibrando estados de síndrome do pânico e desespero. Ao mesmo tempo, o tuiato age nos nervos sedando-os, trazendo paz e serenidade. É um óleo forte, poderoso e raro. Interessante para meditações especiais e para busca das nossas verdades interiores.
Árvore antiga, a Tuia é conhecida como árvore da vida, pela sua forma física que se assemelhar à da cabala. Os índios norte-americanos a utilizam em rituais com o objetivo de ter visões, como guia espiritual.
Utilize nos momentos que precisar de um guia revelador, contudo tenha cuidado, pois a informação que esta árvore passa é muito forte para alguns, pois nem todos estão prontos para enfrentar suas “sombras” com tal intensidade.

Madeira do Sião (Pemou wood)
Fokienia hodginsii

      Este é um óleo
 essencial raro que já foi muito valorizado pelos perfumistas por seu efeito fixador de perfumes. O seu aroma é um de beleza sutil, que á medida que amadurece no ar com suas notas cremosas e balsâmicas, continua a manifestar-se com uma nota rica de cedro ao fundo. Após um período de várias horas, depois de disperso num quarto, quando se retonra a ela obtém-se uma melhor noção de sua beleza, lembrando o perfume rico de antigos templos ou palácios cujas paredes irradiam umdelicado e preciso buquê aromático que lembra floresta.
      É obtido no Sião e no Vietnã das grosas e amadeiradas raízes de uma espécie de hinoki (cipreste de Fujian) que sobram após a derrubada das árvores para extração da madeira para fabricação de móveis. È uma árvore de vida longa, podendo existir por 600 anos.
      Possui em 40% o raro composto, fokienol, que lhe dá um aroma balsâmico, cremoso, diferente dos cedros comuns, além de possuir cerca de 30% de nerolidol, componente de ação hormonal que age tonificando as gônadas, diminuindo a astenia sexual e falta de vitalidade. Este efeito também se tem com o óleo de cabreúva que contém mais de 80% de nerolidol, mas, contudo por não ter o fokienol, tem um aroma menos amadeirado.
      Em muitas plantas o nerolidol tem um efeito de estímulo em seu desenvolvimento, aumentando a produção de folhas, estimulando a florada e formação de talos.
Seu aroma relaxa, tranquiliza a mente equilibrando os hemisférios cerebrais, diminui a ansiedade, facilita colocar em ordem os pensamentos para a tomada de decisões, além de facilitar a meditação e introspecção pelo seu aroma que lembra incenso em ambientes.

Cedro do Atlas e Himalaia
Cedrus atlantica & Cedrus deodora

     Estes são cedros que manifestam em sua madeira um aroma adocicado, muito delicado e relaxante, rico em himacalol e himacaleno. Ajuda a acalmar a mente, relaxar o coração humilhado e fragilizado emocionalmente. Devolve a auto-estima com doçura e paz. Também aterra com suavidade e fortalece o idealismo.
O cedro do Himalaia é o mais doce e delicado, proveniente das montanhas ao norte da índia até o Nepal, nos Himalaias, local afastado, silencioso, alto e protegido.
      O Cedro do Atlas nasce no Marrocos e área norte da África, tendo sido utilizada sua madeira, junto do Cedro do Líbano, ambos de aroma similar, para confecção de sarcófagos, embalsamentos, remédios, incensos, móveis e uma enorme finalidade de coisas desde o antigo Egito.

Cedro do Texas e Virgínia
Juniperus ashei & Juniperus virginiana

      Na verdade estes cedros são óleos obtidos da madeira de espécies de juníperos que produzem um óleo rico em cedrol e cedreno com finalidades repelentes e de proteção.
      Seu aroma seco, fechado d e madeira traz uma sensação de força, masculinidade e poder. Devolve a auto-confiança e estimula a ação na vida. São opção excelentes para quem não gosta de aromas secos.
      Estas são coníferas muito antigas, são solitárias, silenciosas e reservadas onde nascem. Ótimo para ser usado por pessoas que “falam pelos cotovelos”, tornando-as mais sérias, reservadas e maduras.

Pau rosa
Aniba rosaeodora

      Esta árvore que cresce no meio da floresta Amazônica criou em sua madeira um óleo rico em linalol, componente sedativo do sistema nervoso central. Transmite toda doçura, segurança e energia de paz que uma floresta pode conter dentro de si para se crescer e viver nela.
Este é um óleo a se escolher para os momentos de ansiedade, preocupação, pois acalma, tranquiliza e devolve a paz de espírito. Use quando tiver insônia, quando os pensamentos ficarem dispersos, amontoados e dificultarem a reflexão e ação.

Sândalo
Santalum album

      Uma das madeiras mais nobres e sagradas conhecidas no oriente, o sândalo é rico em compostos aromáticos que raramente encontramos em outras plantas. A árvore passa através de seu óleo essencial uma sensação de paz e introspecção, que facilita a meditação e quietude da mente. Além disso, abaixa a pressão arterial elevada e relaxa os nervos, sendo útil em insônia e ansiedade. Ajuda a trabalhar a baixa autoestima, naqueles que perderam a capacidade de se autovalorizar frente a outras pessoas e a própria vida. Desperta a espiritualidade latente na alma, que da árvore emana de dentro da floresta. Acalma a mente, pondo as coisas no lugar, facilitando a reflexão para a aceitação em momentos de dificuldades e perdas. O sândalo também trabalha o masculino e a sexualidade, sendo considerado um afrodisíaco.
      Devido ao corte sem reflorestamento, o sândalo indiano cada dia é uma matéria mais escassa e rara no mercado. Assim, outros primos do Santalum album da índia tem sido cultivados e extraídos como meio alternativo de substituição. Temos oSantalum macgregory chamado de Sândalo Papua (Papua Nova Guiné), Santalum spicatum chamado de Sândalo australiano (Austrália), Santalum astrocaledonicum chamado de Sândalo Vanuatu ou da Caledônia (Vanuatu/Nova Caledônia), que possuem santalóis e santalenos em seus óleos, contudo em menor intensidade, mas muito agradáveis e de excelente substituição ao sândalo oficial.
      Existem também as opções alternativas de árvores que são chamadas de sândalo, mas não são como o Amyris ou sândalo amyris (Amyris balsamifera) e o Muhuhu ou Sândalo africano (Brachylaena hutchinsii), que não possuem santalóis e santalenos, mas que mimetizam o aroma do sândalo verdadeiro com a combinação de outros compostos.
Onde adquirir estes óleo essenciais: www.laszlo.com.br
Arquivo original com fotos: http://www.laszlo.ind.br/2013.pdf
 
Referências:
1. Apostila curso Psicoaromatologia modulo 1: Os óleos essenciais estudados através da mitologia e os arquétipos – Fábian Laszlo – IBRA (http://www.ibraromatologia.com.br)
2. Descrição dos óleos essenciais no texto: Fabian Laszlo (Laszlo Aromaterapia: http://www.laszlo.com.br)
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fonte: texto recebido por e-mail de Fábian Lazslo em 02/02/2013

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